Un cuento sobre Los Pitaguary e los Anacé

Conto organizado pelos alunos Cícero Camilo, Janaína César Alexandre Neves Martins, Maria Eduarda Moira e Aila Horany da Silva, da disciplina Educação Indígena 2021.1.
Todos os direito de imagens pertencem à Janaína Neves e Aila Silva. No arquivo, há também uma obra feita pela artista Débora Anacé.

Diálogos na Educação indígena: um olhar sobre as etnias Guarani-Mbyá do Paraná e Tremembé do Ceará

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: LIMA, Deyseane Maria Araújo; FERNANDES, Flávia Fernanda; FIGUEIREDO, João Batista de Albuquerque. Diálogos na Educação Indígena: um olhar sobre as etnias guarani-mbya do Paraná e Tremembé do Ceará. In: NUPEAT–IESA–UFG, v.5, n.2, Jul./Dez., 2015, p.75-90, Artigo 102. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/teri/article/viewFile/38737/19536 Acesso em 06 de setembro de 2021


RESUMO: Este artigo apresenta a Educação Indígena de duas etnias brasileiras: Guarani Mbyá do Paraná e Tremembé do Ceará, revelando sua historicidade, seus saberes ancestrais e o contexto escolar. Lança também uma reflexão sobre o papel e a dinâmica da escola, que perpassa o ambiente familiar e comunitário. O povo Guarani-Mbyá da Ilha da Cotinga no Paraná tem seu processo educativo baseado nas relações de reciprocidade e na busca por fazer valer seus direitos fundamentais. O povo Tremembé de Almofala no Ceará analisa a sua educação como parte de seu processo de resistência e de luta, que são aspectos presentes na sua espiritualidade. Percebemos que as duas etnias referem-se à educação como uma vivência cotidiana onde o ensino e o aprendizado ocorrem nas relações afetivas que estabelecem entre si, com a natureza e com a sociedade em geral. Concluímos ressaltando que a Educação Indígena Guarani-Mbyá e Tremembé evocam o diálogo intercultural inerente à teia de relações em que estão imersos, e que a escola como um ponto de conexão facilita o posicionamento afetivo, político e espiritual desses povos

A educação escolar indígena: caminhos à inovação pedagógica

REFERÊNCA BIBLIOGRÁFICA: LEITE, Adriana Antero; BARBOSA, Germana Castro. A educação Escolas Indígena: caminhos à inovação pedagógica. In: V Confresso Nacional de Educação – CONEDU, Pernambuco: Recife, 2018. Disponível em: https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2018/TRABALHO_EV117_MD1_SA5_ID5581_10092018210415.pdf Acesso em 06 de setembro de 2021


RESUMO: O presente artigo é parte das pesquisas e leituras realizadas durante o período em que buscou-se encontrar práticas pedagógicas inovadoras, a fim de construir a dissertação que deveria ser desenvolvida no âmbito do Mestrado em Ciências da Educação-Inovação Pedagógica da Universidade da Madeira, Portugal. Como aparentou-se difícil de encontrar em escolas regulares algum tipo de inovação pedagógica, passou-se então a buscar em outros modelos educacionais diferenciados uma alternativa que pudesse atender ao objetivo da linha de pesquisa: investigar inovação pedagógica. Nas andanças pelo interior do Estado do Ceará, deparou-se com a terra do povo Tremembé, localizada no município de Itarema, na Praia de Almofala. Localizou-se nessa comunidade indígena uma escola que indiciava uma prática pedagógica fora dos padrões comuns. Com base nos estudos teóricos, partiu-se inicialmente com Manacorda (2010), para traçar um breve relato histórico da educação escolar. Toffler (2001), Kuhn (2009) e outros autores possibilitaram que se compreendesse o paradigma fabril. Assim, com apoio em Fino (2001, 2008, 2011a, 2011b) conseguiu-se estabelecer o elo entre os conceitos para entender e explicar a inovação pedagógica e encontrar na educação escolar indígena os vestígios estudados. Foi realizada uma pesquisa qualitativa, do tipo etnográfico, com observação participante. Para a coleta de dados, foram utilizadas entrevistas, fotografias, documentos, olhares e gestos. Concluiu-se que a escola diferenciada é um lugar de reinvenção da identidade E das práticas culturais indígenas que se sobrepõem ao modelo fabril, configurando uma ruptura com o paradigma atual

Articulação Indígena Pitaguary com os demais povos indígenas do Nordeste

Pesquisa realizada pelos alunos: Adelmo Nascimento Souza, Fernanda Negreiros Batista e Luiz Carlos Lima do Vale, da disciplina de Educação Indígena (FACED/UFC) no semestre 2021.1

Arquivo disponível para download no link: https://drive.google.com/file/d/1tGqMC3PRb-Z_rhlOhfwrHXRWqCRxfqfM/view?usp=sharing

Assista:

Inovação pedagógica, inclusão e interculturalidade na formação de professores em pedagogia e magistério indígena na Universidade Federal do Ceará

Referência:
FONTELES FILHO, J. M.; LUSTOSA, F. G. Inovação pedagógica, inclusão e interculturalidade na formação de professores em pedagogia e magistério indígena na Universidade Federal do Ceará. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 13, n. esp.2, p. 1281–1300, 2018. DOI: 10.21723/riaee.v13.nesp2.set2018.11644. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/11644. Acesso em: 21 jul. 2021.

RESUMO: Esse artigo evidencia a necessidade de refletir sobre inovação pedagógica em Instituições de Ensino Superior (IES), notadamente na formação de professores orientados a contextos de respeito à diversidadeinclusão e interculturalidade. Motivados por processos em curso na Universidade Federal do Ceará, tomaremos como recorte empírico de nossa reflexão duas significativas experiências: a formação de professores em Pedagogia e a formação de professores para o Magistério Indígena. Nessa empreitada, incursionamos sobre os conceitos implicados em nossa reflexão, apresentando dados e relatos das experiências em análise e problematizando algumas concepções sobre inovação pedagógica, que fundamentam as dimensões da cultura, da política, das práticas inclusivas e suas inter-relações para a efetivação de sociedades e instituições de ensino includentes.