Diálogos na Educação indígena: um olhar sobre as etnias Guarani-Mbyá do Paraná e Tremembé do Ceará

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: LIMA, Deyseane Maria Araújo; FERNANDES, Flávia Fernanda; FIGUEIREDO, João Batista de Albuquerque. Diálogos na Educação Indígena: um olhar sobre as etnias guarani-mbya do Paraná e Tremembé do Ceará. In: NUPEAT–IESA–UFG, v.5, n.2, Jul./Dez., 2015, p.75-90, Artigo 102. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/teri/article/viewFile/38737/19536 Acesso em 06 de setembro de 2021


RESUMO: Este artigo apresenta a Educação Indígena de duas etnias brasileiras: Guarani Mbyá do Paraná e Tremembé do Ceará, revelando sua historicidade, seus saberes ancestrais e o contexto escolar. Lança também uma reflexão sobre o papel e a dinâmica da escola, que perpassa o ambiente familiar e comunitário. O povo Guarani-Mbyá da Ilha da Cotinga no Paraná tem seu processo educativo baseado nas relações de reciprocidade e na busca por fazer valer seus direitos fundamentais. O povo Tremembé de Almofala no Ceará analisa a sua educação como parte de seu processo de resistência e de luta, que são aspectos presentes na sua espiritualidade. Percebemos que as duas etnias referem-se à educação como uma vivência cotidiana onde o ensino e o aprendizado ocorrem nas relações afetivas que estabelecem entre si, com a natureza e com a sociedade em geral. Concluímos ressaltando que a Educação Indígena Guarani-Mbyá e Tremembé evocam o diálogo intercultural inerente à teia de relações em que estão imersos, e que a escola como um ponto de conexão facilita o posicionamento afetivo, político e espiritual desses povos

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